11 junho 2015

O interesse é proporcional à indiferença

Por Larisse Telles | Colaboradora de #Cultura e Comportamento do blog


Foto: Reprodução

Essa conversa é boa! (reprodução independente – não é ipsis litteris)

Marcelo: Suas tattoos são lindas, essas dos seus dedos mesmo, I-D-E-M...

Tati: É...Idem...

Marcelo: Acho que vou fazer igual! Mas o que é mesmo idem?

Tati: Idem é igual, I-G-U-A-L, Marcelooooooo!!!

Idem de igual. Bem isso! Qualquer Gato Vira Lata 2 vem cheio de clichês e diálogos previsíveis, mas, igualmente a primeira história, vem mantendo o riso do telespectador com muita confusão, personagens bem definidos ao que se propõem e, acima de tudo, fidelidade à ‘realidade’ que pode bater à porta, ainda que seja numa “historinha de mentira” na paradisíaca Cancun.

Quando um relacionamento é feito de muito amor, cumplicidade e compreensão o desenvolvimento natural é fazer planos e imaginar um futuro a dois. Mas, quando o(a) parceiro(a) não está na mesma vibe no momento? Quando ele(a) precisa pensar nesse futuro?

A mulher rejeitada, mas apaixonada; o homem orgulhoso, mas apaixonado; o ex inconveniente, imaturo e descarado, mas apaixonado; a ex rejeitada e interesseira; os amigos malucos, mas leais, serão capazes de mostrar que uma trama pode ser mais real do que se imagina; serão capazes de fazer todos se identificarem ou identificarem um conhecido, ainda que as vaidades não deixem admitir tal fato.

Sabe àquela máxima de “só se dá valor quando se perde”? É bem isso que se vê em Qualquer Gato Vira Lata 2.

A perda é desesperadora e capaz de mexer com a maturidade e discernimento de qualquer um, mas não é capaz de destruir o que realmente importa: o AMOR!

Arriba! Abajo! Al centro! Adentro! Tequilaaaaaa!!!!

Vamos brindar à vida, ao amor que se tem, enquanto se tem, não deixando de entender que as diferenças existem, os erros são certos, mas a vida a dois pede inteligência e disposição para superar e, simplesmente, AMAR O OUTRO!!!


Sal, limões e beijinhos!
Lary
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