29 maio 2015

Uma história. Uma terapia. A dois!

Por Larisse Telles | Colaboradora de #Cultura do blog

Imagem: Reprodução


Repetição e previsibilidade marcam essa história.

Um casal, um filho, vidas corridas e melhor amiga maluca fazem render até boas risadas, mas, acima de qualquer coisa, mostra a vida como ela é.

Quem (não) imaginaria que um divã para terapia seria capaz de mostrar a profundidade do que são as escolhas (e consequências) da vida? Não, não estamos relembrando daquele primeiro filme com a fofíssima Lilia Cabral! Aqui temos uma nova, ou não tão nova assim, história.

A pré-disposição para expor o ponto de vista do parceiro traduz ao longo do filme um amadurecimento dos personagens como pessoas. Amadurecimento no sentido mais literal da palavra, pois ali fica perceptível como é necessário chamar para si a responsabilidade de tudo que um casamento reivindica e, também, do peso da própria vida, para que assim se consiga “ser feliz”. E ser feliz é possível quando se busca maneiras o mais simples possível.

O casamento com rotina não é novidade, mas ter a consciência de que, muitas vezes, a rotina é o melhor lugar comum para o casal, com certeza, faz a diferença.

Como na vida real, determinar as prioridades e, a partir daí, fazer as escolhas, é que vai motivar todo o enredo da história, até chegar ao ponto crucial do que realmente se quer e do que é estar casado (ou não!), do que é a vida a dois. Ainda que, ao final, a protagonista não tenha deixado claro o que, de fato, ela escolhera, mesmo afirmando ter feito a escolha certa.

Para uma visita despretensiosa ao cinema, para se entreter com uma história leve (bem leve!) e cômica, vá ao Divã a 2!

Beijos e abraços, 
Lary | Contato: larisse_ramos@hotmail.com
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